sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Acreditem se quiser: Privada inteligente toca MP3

A companhia japonesa Toto já era conhecida por fabricar privadas inteligentes. Elas levantam a tampa e dão descarga sozinhas, aquecem o assento no inverno, enfim, trazem todas as funções fundamentais que todo mundo procura quando vai equipar o toalete. Em fevereiro desse ano, a companhia apresentou o protótipo de um modelo que além disso tudo também tocaria MP3.

Agora a privada musical está finalmente desembarcando no mercado japonês.

O usuário deve levar consigo ao banheiro um cartão de memória com até 2gb de músicas para ouvir na hora H. A privada/mp3-player conta com um leitor SD ao lado da descarga, assim como duas caixas de som estéreo.


Cada coisa
Esse orientais não tem mais o que inventar

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Maracanã: 2014


Começarei a postar hoje sobre detalhes e rojetos dos estádios da copa do mundo de 2014.

Projetos que não deixam de ser futuristas or e tratar de pojetos feito para o futuro, por isso encaixaria nesse blog.

E não poderia deixar de comerçar pelo melhor do mundo!

MARACANÃ


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Carros do Futuro andarão em pistas magnéticas

A depender da visão futurística de estudantes europeus, os fabricantes de motores e pneus podem começar a se preocupar. Em um evento realizado na Universidade de Delft, Holanda, os melhores projetos de veículos do futuro são impulsionados por magnetos de indução elétrica.

O projeto vencedor, de autoria de Maurits Kroese, exigirá uma via especial, uma pista magnética, onde um veículo com baixíssima resistência aerodinâmica "voará" sem queimar petróleo e sem emitir poluentes.

E voar não é exatamente um eufemismo. Sem atrito com o solo, o veículo batizado de IMP ("Induction Magnet Propelled vehicle"), teoricamente poderá viajar a 600 Km/h, com baixo nível de ruído e consumindo uma quantidade de energia ínfima.

Cápsulas

O projeto que tirou o segundo lugar também utiliza magnetos, mas com uma solução que o coloca mais próximo de uma realização prática - ainda que permaneça a algumas décadas de uma implantação efetiva.

Os veículos normais, já existentes, entram em uma espécie de cápsula, batizada de Projétil, que, com a ajuda dos magnetos, viaja a 500 Km/h em um sistema de túneis.

Por se parecer com um metrô do futuro, seus autores, Stefan Kaag e Maurice Boon, batizaram o projeto de Bulletway - "bullet" significa projétil ou cápsula e o termo "way" é herdado de "subway", o termo em inglês para metrô.

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

TRansporte no sec, XXI

Às oito estamos em casa, às nove no trabalho, à uma no restaurante, às duas novamente no emprego, às seis no hipermercado e às sete regressamos a casa. Parece um dia simples, tal como todos os outros, mas a deslocação efectuada é considerável, pois são algumas dezenas de quilómetros, que devido ao tipo de vida que possuímos, temos de realizar diariamente. Se multiplicarmos esses quilómetros por milhares de milhões de pessoas no mundo, dava para ir e voltar da Lua alguns milhares de vezes por dia.
O ser humano tem actualmente uma grande necessidade de deslocação, e para esse fim são precisos meios, que neste caso são os transportes, os quais estão a consumir os recursos naturais e a poluir o ar que respiramos. No entanto, nos últimos anos tem havido um aumento da preocupação considerando esse aspecto, o que impulsionou a investigação relativamente a fontes alternativas. O objectivo é conseguir uma fonte praticamente inesgotável e não poluente. Contudo, o principal desafio colocado aos cientistas é alcançar essa fonte alternativa a um custo acessível, e principalmente conseguir torná-lo o mais energético possível de forma a mover os veículos dos quais necessitamos. O hidrogénio poderá ser essa fonte energética alternativa aos actuais combustíveis fósseis. O abastecimento é um problema grave, já que, como no GPL, é um processo complicado, devido ao perigo de explosão iminente. Contudo, o maior problema será a obtenção desta matéria, que poderá ter custos elevadíssimos. A maior reserva que existe na Terra de hidrogénio encontra-se na água, a qual encontramos nos mares e oceanos, mas a separação da molécula de oxigénio da de hidrogénio, é um processo que continua em fase de estudo na tentativa de reduzir os custos e encontrar um forma de armazenamento fiável. Por exemplo, uma notícia que saiu no “O Primeiro de Janeiro”, enuncia o motor que converte álcool comum (etanol) em hidrogénio:
“A Universidade de Campinas Unicamp ), no Estado de São Paulo, está a desenvolver um novo motor que converte etanol (álcool comum) em hidrogénio. O novo aparelho pode ser utilizado não só em carros mas também como fonte de energia eléctrica. O novo motor é cerca de cinco vezes mais económico do que os actuais motores de combustão e, além disso, tem pouca ou nenhuma emissão de poluentes. A principal inovação do motor, que está a ser desenvolvido por uma equipa do Laboratório de Hidrogénio da Unicamp , é um aparelho reformador (conversor) de etanol que permite a produção de hidrogénio a partir do álcool. Isso torna este motor mais vantajoso do que os utilizados em actuais protótipos de carros a hidrogénio, em que, para o veículo ter uma boa autonomia, é necessária a colocação de vários cilindros de gás.”

É uma ideia bastante interessante, a do aproveitamento do álcool para energia. Outra investigação interessante é a efectuada pelos investigadores da Universidade de Wisconsin-Madison , que estão a tentar obter hidrogénio através das plantas, uma vez que a biomassa possui esse elemento. Pois agora o investimento necessário para o catalisador já cabe no orçamento energético. (fonte: www.sciam.com )
Outras fontes revelaram que afinal o hidrogénio pode não ser a solução:
“Segundo um estudo recente do Instituto Americano CTI (Instituto Tecnológico da Califórnia), o hidrogénio pode afinal trazer tantos ou mais problemas do que os que enfrentamos com os combustíveis fósseis. A diferença está no facto de nos podermos prevenir e actuar no sentido de evitar o que se passou com os combustíveis fósseis e com outros químicos, que entre outros problemas levaram ao buraco do ozono, ao aquecimento global, ao efeito estufa, às chuvas ácidas e outros fenómenos atmosféricos de carácter destrutivo. O problema está na perda do hidrogénio que os motores dos carros a hidrogénio terão e na consequência a nível atmosférico dessa libertação. Tal como nos carros actuais, existem fugas a nível dos gases que entram na combustão e essa fuga tem sido minimizada nos escapes através de filtros e de reforços a nível dos depósitos, mas nos carros a hidrogénio é apontado um valor na ordem dos 10 a 20% para essas perdas. Esta percentagem poderia originar a libertação de 60 a 120 triliões de gramas de Hidrogénio por ano, se considerarmos um cenário em que o hidrogénio substituiria os combustíveis fósseis por completo.”

Porém, todas as referências aqui citadas são investigações, que podem ou não num futuro próximo tornarem-se realidade. Até lá teremos de nos acomodar com o que possuímos.
A evolução toma vários rumos. No caso dos transportes, temos a fonte energética já referida, mas podemos também enunciar o comodismo, a aerodinâmica, a facilidade na condução, entre outros. Vamos agora abordar a área que tenta tornar a condução mais cómoda e fácil.
Os primeiros veículos não estavam dotados de suspensões hidráulicas, sistemas de segurança activa e passiva, programas de estabilidade, enfim... Actualmente, há veículos que reagem à voz do condutor, identificam quantos passageiros se encontram dentro do veículo, adaptam o sistema de ventilação, etc. Vamos falar de alguns projectos recentes que estão a decorrer no mercado automóvel.
A Daimler-Benz , empresa responsável pela Mercedes-Benz , está a desenvolver um piloto automático que consiga conduzir sozinho em qualquer tipo de condições.
Trata-se de um total de quase 100 câmaras e sensores que conseguem identificar objectos, temperatura, forma, distância e velocidade. É um projecto ainda deveras verde, mas que irá revolucionar os transportes. Imagine se a carta de condução fosse prescindível. Apenas fosse necessário entrar no veículo indicar o local desejado e ele nos levasse com toda a segurança. Este sistema, segundo a Mercedes, trabalha em sincronização com o GPS (Global Position System ).
Outros projectos são os da BMW (Bayerische Motoren Werke ), que já englobam no seu jipe X5 um sistema que supervisiona a velocidade com a estrada. Quer isto dizer, se entrar numa curva que não conheça e entre a uma velocidade com a qual será difícil de a fazer com sucesso, o veículo adverte-o e reduz automaticamente a velocidade para que a possa efectuar com sucesso. Outro é o estacionamento automático, que é um sistema composto por sensores laterais, e caso encontre um parque onde o veículo se ajuste, estaciona sozinho. Muito inteligente, visto ser das manobras mais difíceis de se realizar.

Todavia, também há projectos que não encontram apenas benefícios. Por exemplo um estudo efectuado aos ares condicionados dos veículos:
“Instalados em casa, no automóvel ou num local público, esses aparelhos estão sempre a emitir gases com efeito de estufa, segundo um perito da agência francesa para o ambiente e o controlo da energia ADEME ). E isso porque funciona com fluidos produtores de frio à base de hidrofluorocarbonetos HFC ), substâncias com poder de aquecimento 1300 vezes superior ao do gás carbónico CO2 ), o mais conhecido dos gases responsáveis pela mudança do clima. Calcula-se que um automóvel climatizado gaste 25 a 35 por cento mais combustível na cidade e 10 a 20 por cento em estrada.”
Artigo do jornal “Expresso”

Para controlar algumas das emissões de gases de efeito estufa por parte dos transportes, a União Europeia beneficia os compradores destes no caso da viatura ser mais ecológica. Os automóveis híbridos são um exemplo, visto que o seu motor tem recurso eléctrico, dispensando assim a gasolina durante uma velocidade constante. Outro recurso para reduzir as emissões é o sistema de transportes públicos existentes. Desta forma verificamos que a nossa grande dependência pela mobilidade pode ser mais saudável para o ambiente, caso as descobertas sejam prósperas.

http://www.youtube.com/watch?v=Mu_FYCg6cvM

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

China desenvolve robô para ajudar dona-de-casa


Por Nick Macfie
PEQUIM (Reuters) - A China fabricou seu primeiro "robô doméstico" que, além de fazer os serviços da casa, pode ainda acessar a Internet e contar para seus donos as notícias do dia e como está o clima, relatou a agência Xinhua na sexta-feira.
Liangliang, o robô de 80 cm, é capaz de andar e desviar-se de obstáculos facilmente, bem como desempenhar tarefas solicitadas por humanos.
Seu fabricante, a empresa Xinsong Automation Co., ligada à Academia de Ciências da China, informou que o robô poderia "prestar serviços de educação, entretenimento e segurança" e atuar como um assistente pessoal, afirmou a Xinhua.
"Na primeira apresentação do robô, um funcionário enviou uma mensagem curta de celular para a máquina, perguntando sobre a situação em casa e, em dois minutos, Liangliang respondeu com a mensagem: temperatura de 22 graus e tudo normal em casa", disse a Xinhua.
Liangliang, em chinês, é uma reprodução dupla do ideograma para "brilhando" e "luminoso".


Fonte: uol

Energia Solar


Energia solar é a designação dada a qualquer tipo de captação de energia luminosa (e, em certo sentido, da energia térmica) proveniente do Sol, e posterior transformação dessa energia captada em alguma forma utilizável pelo homem, seja diretamente para aquecimento de água ou ainda como energia elétrica ou mecânica.
No seu
movimento de translação ao redor do Sol, a Terra recebe 1 410 W/m² de energia, medição feita numa superfície normal (em ângulo reto) com o Sol. Disso, aproximadamente 19% é absorvido pela atmosfera e 35% é refletido pelas nuvens. Ao passar pela atmosfera terrestre, a maior parte da energia solar está na forma de luz visível e luz ultravioleta.
As plantas utilizam diretamente essa energia no processo de
fotossíntese. Nós usamos essa energia quando queimamos lenha ou combustíveis minerais. Existem técnicas experimentais para criar combustível a partir da absorção da luz solar em uma reação química de modo similar à fotossíntese vegetal - mas sem a presença destes organismos.


Vantagens e desvantagens da energia solar



Vantagens
A energia solar não polui durante seu uso. A poluição decorrente da fabricação dos equipamentos necessários para a construção dos painéis solares é totalmente controlável utilizando as formas de controles existentes atualmente.
As centrais necessitam de manutenção mínima.
Os painéis solares são a cada dia mais potentes ao mesmo tempo que seu custo vem decaindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável.
A energia solar é excelente em lugares remotos ou de difícil acesso, pois sua instalação em pequena escala não obriga a enormes investimentos em linhas de transmissão.
Em países tropicais, como o
Brasil, a utilização da energia solar é viável em praticamente todo o território, e, em locais longe dos centros de produção energética, sua utilização ajuda a diminuir a demanda energética nestes e consequentemente a perda de energia que ocorreria na transmissão.
Desvantagens
Os preços são muito elevados em relação aos outros meios de energia.
Existe variação nas quantidades produzidas de acordo com a situação climatérica (chuvas, neve), além de que durante a noite não existe produção alguma, o que obriga a que existam meios de armazenamento da energia produzida durante o dia em locais onde os painéis solares não estejam ligados à rede de transmissão de energia.
Locais em latitudes médias e altas (Ex: Finlândia, Islândia, Nova Zelândia e Sul da Argentina e Chile) sofrem quedas bruscas de produção durante os meses de inverno devido à menor disponibilidade diária de energia solar. Locais com frequente cobertura de nuvens (Curitiba, Londres), tendem a ter variações diárias de produção de acordo com o grau de nebulosidade.
As formas de armazenamento da energia solar são pouco eficientes quando comparadas por exemplo aos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás), a energia hidroelétrica (água) e a biomassa (bagaço da cana ou bagaço da laranja).


sábado, 10 de janeiro de 2009

Torre ecológica







Ainda no papel, a Torre EDITT (sigla em inglês para Design Ecológico nos Trópicos), projetada pelo grupo TR Hamzah & Yeang e patrocinada pela Universidade Nacional de Cingapura, prevê a construção de um edifício verde, com painéis para captação de energia solar, ventilação natural e conversão de biogás em eletricidade.
Metade das paredes da construção serão vivas, ou seja, feitas com plantas. O arranha-céu foi idealizado para promover a biodiversidade local e reabilitar o ecossistema local de Cingapura. O prédio também foi projetado com o conceito de adaptabilidade, já que muitas paredes, feitas de plantas, podem ser movidas, alterando a configuração original.







Acidade de Cingapura é muito seca, por isso, a torre ecológica irá coletar água da chuva, que será usada para irrigação das plantas e também para dar descarga nos vasos sanitários. A construção da torre será realizada, em sua maior parte, com materiais reciclados.

Fonte: Globo Rural

Elevador espacial


Parece Ficção mas não é....




Um elevador espacial é uma estrutura teórica destinada a transportar carga da superfície de um planeta para o espaço. Muitos tipos diferentes de elevadores espaciais já foram propostos, todos eles com o mesmo objetivo de substituir a propulsão de foguetes pelo uso de uma via fixa para transporte, não muito diferente de um elevador, para colocar cargas em órbita ou mesmo para lançar a mesma para o espaço. Os elevadores espaciais às vezes são chamados de beanstalks ("pé-de-feijão", numa referência à história João e o pé-de-feijão), pontes espaciais, flutuadores espaciais, escadas espaciais, ganchos espaciais e torres orbitais.
A proposta mais comum trata de um
cabo, ou fita, que vai da superfície do planeta até além da órbita geosíncrona. O cabo seria mantido em posição pela força centrífuga resultante da rotação do planeta. A carga seria então colocada em órbita por veículos que subiriam e desceriam pelo cabo, sem precisar de motores de foguete para tal. Este tipo de estrutura permitiria que grandes quantidades de carga e pessoal fossem colocados em órbita a uma fração do custo de colocar uma carga em órbita usando métodos tradicionais.


creditos: wikipedia

O que é Engenharia?

Engenharia (<latim ingeniu = "faculdade inventiva, talento") é a arte, a ciência e a técnica de bem conjugar os conhecimentos especializados (científicos) de uma dada área do saber com a sua viabilidade técnico-econômica, para produzir novas utilidades e/ou transformar a natureza, em conformidade com idéias bem planejadas e em observância aos imperativos de preservação ambiental e de conservação ambiental, na escala que se fizer necessária.

referência: Wilipedia